As linhas de uma nota só do funk ficam na região grave, como uma segunda linha de baixo, e misturam notas de verdade com ghost notes abafadas ("x" na tablatura). As ghost notes mantêm o groove andando sem acrescentar altura.
O primeiro riff é na pentatônica de Mi (E) menor (Mi, Sol, Lá, Si, Ré / E, G, A, B, D) em posição aberta. O segundo vai para a 7ª posição e acrescenta Fá# (F#) e Dó# (C#) de Mi dórico, o modo menor mais funkeado. Dedos: um dedo por casa, indicador na casa 7 e mindinho na 10; estique o indicador para trás até a casa 6 para o Dó#.
Palhetada
Mantenha a mão da palheta indo baixo-cima em semicolcheias o tempo todo, igual ao abafado da base. Cada nota é palhetada pelo golpe que cair nela. Para as ghost notes, encoste o dedo na corda sem apertar até o traste.
O erro mais comum é as notas soarem umas por cima das outras. Solte a pressão depois de cada nota para a linha ficar staccato e percussiva. Tem que soar preciso, quase como uma bateria.
Comece a 60 bpm, repita um compasso só em loop, e só acelere quando cada ghost note for um "tic" limpo.
